Polícia

Menina de 12 anos fica gravemente ferida após ser apedrejada em loteamento

Fonte: Guilherme Henri/CGNews em 14 de Novembro de 2017

Uma menina de 12 anos ficou gravemente ferida depois de ter sido apedrejada junto com um rapaz de 18 anos. O atentado aconteceu no Loteamento Pantanal, localizado na rua Firmo de Matos, em Corumbá.

A ocorrência foi registrada na madruga da última sexta-feira (10), no entanto, o caso só veio a tona nesta segunda-feira (13).

Conforme a Polícia Civil, a mãe da vítima relatou que a menina saiu para ir até a casa de uma irmã, porém um motociclista foi até sua residência pela madrugada onde a avisou que a garota tinha sido apedrejada.

Em busca de informações, a mulher foi até um posto de saúde onde foi informada por um médico que a filha estava em estado grave e seria transferida para Campo Grande.

Segundo a mãe, há alguns dias a menina teria contado que foi ameaçada por uma jovem de 18 anos, moradora do mesmo residencial.

Ainda conforme o boletim de ocorrência, um rapaz de 18 anos estava com a vítima e também foi apedrejado. Ele está em estado grave e foi encaminhado junto com a garota para a Santa Casa, na Capital.

Uma irmã dele foi até a polícia e disse que acredita que o irmão tentou defender a menina, pois são amigos e acabou agredido. O caso foi registrado como tentativa de homicídio.

Santa Casa - Conforme a unidade de saúde, a menina sofreu um traumatismo craniano grave. Ela está sedada e entubada na CTI (Centro de Terapia Intensiva) pela neurologia.

Já o rapaz, também está sedado e entubado no CTI pela neurologia e, passou por procedimento cirúrgico para tratamento de um hematoma intracerebral.

Investigação - O caso é investigado pelo delegado Pablo Gabriel Farias da Silva, da 1ª Delegacia de Polícia de Corumbá. Ao Campo Grande News, ele contou que ainda ninguém foi preso.

"Por enquanto não temos nada de concreto. Inicialmente apuramos que a agressão pode ter sido motivada para atingir uma prima da vítima".

Questionado, o delegado disse que a princípio o atentado teria sido cometido por uma pessoa e não um grupo. "Estamos atrás ainda", completou Pablo Gabriel.