Política

Câmara busca saída para corumbaense pagar menos pelo gás de cozinha

Fonte: Da Assessoria CMC em 16 de Janeiro de 2018

Durante reunião, discussão ficou em torno das importações de gás e ureia.

Divulgação/CMC

A Câmara Municipal de Corumbá está buscando alternativas para o corumbaense pagar um preço mais acessível pelo gás de cozinha. Hoje, o botijão entregue em casa, está em torno de R$ 90,00, e isto tem gerado reclamações constantes do consumidor local.

Diante da situação, os vereadores Evander Vendramini, presidente do Poder Legislativo, e Manoel Rodrigues, apoiado pelos demais pares da casa, se reuniram com representante da YPFB (Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos), juntamente com empresários brasileiros ligados ao setor de logística e de importação, para buscar uma alternativa viável, para o corumbaense pagar um preço mais em conta pelo gás.

O encontro aconteceu na Câmara Municipal e, além do gás, outro tema tratado foi em relação à importação da ureia que entraria por Corumbá, com destino não só às regiões produtoras do Mato Grosso do Sul, mas também a outros estados brasileiros.

Além dos dois vereadores, a reunião contou com as presenças de Dorival Oliveira, assessor da presidência do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logísticas de MS (SETLOG-MS); Lourival Junior, da SETLOG-Pantanal, e Hugo López Meneses, da YPFB, empresa pública boliviana dedicada à exploração, destilação e venda do petróleo e seus derivados.

"Sabemos que o gás de cozinha da Bolívia é mais barato que o de Corumbá. Uma das propostas era formalizar um acordo entre Brasil e Bolívia, permitindo que pudéssemos comprar o gás engarrafado boliviano nas cidades do outro lado da fronteira", comentou Evander, lembrando que isto depende de questões jurídicas que podem ser tratadas entre os dois governos.

A importação do gás de cozinha, engarrafado do outro lado da fronteira, também foi amplamente discutido, principalmente questões relacionadas aos impostos, transportes, peso, etc. "É uma saída. Buscamos o gás na Bolívia, já engarrafado, 13 quilos, e ele seria comercializado em nossa região", observou, lembrando que é preciso ter um valor exato, inclusive no que se refere a impostos, "para voltar a discutir o assunto, já em Santa Cruz, e buscar melhores condições, barateando o preço final ao consumidor".

Ureia
Além do gás, o encontro serviu para tratar da questão da importação da ureia boliviana, que entraria por Corumbá com destino às grandes regiões produtoras. A SETLOG-MS demonstrou interesse em formalizar uma parceria e Dorival Oliveira saiu do encontro municiado de informações que servirão como base para análise de viabilidade.
Texto/Fonte: Assessoria de Comunicação