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Data: 22-01-2013

Dia desses, um burburinho sacudiu Corumbá. Uma agência bancária, por sinal de um poderoso banco, detectou que havia funcionários de primeiro escalão concedendo empréstimos a pessoas possuidoras de declaração de renda falsa, e de grande valor, e que através de generosas doações a esses mesmos funcionários que lhes concediam altos valores e de volta recebiam significativas quantias. Exemplo: empréstimo de R$ 180.000,00(Cento e Oitenta Mil Reais), o graduado ou graduada dessa agência ganhava trinta mil reais, uma recompensa ao bondoso ou caridosa que facilitava tudo, fazendo vistas grossas à falsa declaração de renda apresentada pelo cliente ou favorecido. É o famoso toma lá-da-cá ou como dizia São Francisco de Assis, “É dando que se recebe”... É mais ou menos na base do modus operandi utilizado por alguns fazendeiros ou “fazenduros” que declaram a gerência do estabelecimento financeiro que tem no campo 10 mil cabeças de boi para conseguir polpudos empréstimos ou financiamentos. É a chamada “vaquinha de papel”, pois na realidade o pecuarista só tem mil cabeças. É o velho jeitinho brasileiro. Aquela “artista” do mundo da comunicação de nossa região que já fez dezenas de cirurgias plásticas, inclusive na Bolívia, já viajou pela Europa conhecendo seus principais países, adquiriu dois veículos zero, teria sido a grande beneficiada desse esquema fraudulento, fazendo jus a mais de R$ 100.000,00(Cem Mil Reais) nos últimos tempos. E no seu órgão de notícias dá uma de moralista: denuncia, esculhamba, xinga, agride etc. Diz o velho dito popular que “onde há fumaça, há fogo” e isso é o que quem passa pela região da fábrica ITAÚ observa,fumaça nas chaminés e fogo nas caldeiras. Quem já teria detectado todo esse esquema seria a Polícia Federal, não é “Eunice Pantaneira”? .