Saúde

Dia Mundial do Rim será comemorado com campanha de conscientização

Fonte: Assessoria de Imprensa em 24 de Fevereiro de 2017

Divulgação

Pelo menos 100 pacientes necessitam passar pelo processo de hemodiálise nos municípios de Corumbá e Ladário. O número, ainda é inferior à realidade, já que, pela falta de orientação, muitos Doentes Renais Crônicos (DRCs), sequer sabem que são portadores da deficiência. É por isso que, no Dia Mundial do Rim, comemorado em 9 de março, o grupo que atende aos pacientes da região, quer trabalhar a conscientização e a prevenção, para evitar que se cheguem ao extremo de ter que fazer a hemodiálise.

"Prevenir doenças como diabetes e hipertensão, são fatores importantes para evitar a agressão ao sistema renal", explica a psicóloga Izabelly Leiguez, que atua junto aos DRCs da Clínica de Hemodiálise Renal Med, que funciona dentro do Hospital de Caridade de Corumbá. Ela mesmo, ainda adolescente, teve problemas renais, passou pelo procedimento e conseguiu o que raramente as pessoas conseguem, receber um novo rim.

Para o assistente social Luiz Mário de Campos Sá, a informação pode ajudar muitas pessoas a evitar que os problemas renais se agravem. "Muita gente não sabe, mas é possível conseguir atendimento especializado pelo Sistema Único de Saúde, o SUS, totalmente gratuito", informou. "É só procurar o Ambulatório Municipal, na Rua 7 de Setembro".

No ambulatório, o atendimento é feito pelo nefrologista (médico especializado em rins), Ricardo Saab. Ele é o responsável por atender os pacientes, solicitar os exames e diagnosticar prováveis doenças, além de indicar os tratamentos. Saab foi quem trabalhou pela implantação da hemodiálise em Corumbá, isso há 25 anos.

Já na clínica, também atua o nefrologista Rodrigo Ricarte, que acompanha todo o tratamento dos renais, dando a eles informações, orientações, medicamentos e a perspectiva de se viver melhor, mesmo quando os rins não conseguem filtrar as impurezas do sangue.

Além dos médicos, a equipe de hemodiálise conta com a nutricionista Ângela Bahia, e é composta por 2 enfermeiras e 10 técnicos em enfermagem que trabalham nos turnos matutino e vespertino. Apesar de o atendimento ser especializado e de 1ª linha, a intenção agora, é orientar a população para evitar as doenças renais e a chegada à clínica de diálise.