Cultura

Companhia de Dança do Pantanal inicia atividades no Moinho

Fonte: Assessoria Moinho em 20 de Março de 2017

Moinho Cultural homenageou Guilherme Resende no dia da sua despedida.

Divulgação/Moinho

A Companhia de Dança do Pantanal virou realidade. Criada pela diretora executiva do Moinho Cultural Sul-Americano, Márcia Rolon, a companhia entra em atividade com dançarinos do Moinho e ex-integrantes formados no instituto, mas com a proposta de abertura para dançarinos de toda a comunidade, como forma de expandir a arte como aprendizado, prática e meio de transformação de vidas. "A proposta é levar a Companhia de Dança do Pantanal para apresentações em todo o País", destacou Márcia Rolon.

A proposta foi reforçada com a chegada dos mestres cubanos da dança, Rolando Candia e Mayda Rivero, referência em qualificação de dança clássica sul-americana, que iniciaram em Corumbá um novo ciclo de uma trajetória de mais de 40 anos como bailarinos e professores em Cuba, Uruguai, Paraguai, Colômbia e agora o Brasil.

Trata-se de mais um passo importante iniciado a partir da base formada há 12 anos pelo Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, que tem a Vale como principal parceira, período em que mais de 1500 estudantes já foram beneficiados em Corumbá, Ladário e cidades bolivianas da fronteira, Puerto Suarez e Puerto Quijarro. O Moinho oferece aulas de dança, música, tecnologia, apoio escolar, idiomas, cidadania, educação ambiental e patrimonial no contraturno escolar.

DESPEDIDA
"O verdadeiro lugar de nascimento é aquele em que lançamos pela primeira vez um olhar inteligente sobre nós mesmos; minhas primeiras pátrias foram os livros" (Marguerite Yourcenar, escritora belga, primeira mulher a ocupar uma cadeira na Academia Francesa Letras).

A frase da escritora Marguerite foi citada por Guilherme Resende, analista de comunicação e relações externas da Vale, na tarde de sua despedida de Corumbá, durante homenagens do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano. Ele estava se referindo a Corumbá, onde colheu lições, amizades e guardou lembranças gratificantes. "Descobri que sou corumbaense", contou. Apresentações de música e dança marcaram a comovente despedida de Guilherme, que recebeu calorosos abraços das crianças do Moinho antes do seu regresso a Belo Horizonte.

BIBLIOTECÁRIOS
O Instituto Moinho Cultural Sul-Americano recebeu o Certificado de Amigo da Associação Profissional de Bibliotecários de Mato Grosso do Sul como reconhecimento ao "valoroso e incontestável trabalho social realizado em prol do incentivo à leitura e à construção da cidadania", durante homenagem recebida pela diretora executiva do Moinho, Márcia Rolon, na celebração do Dia do Bibliotecário (12 de março) em Campo Grande.