Cidade

Câmara encaminha solicitações da comunidade recebidas via WhatsApp

Fonte: Assessoria CMC em 08 de Abril de 2017

A partir da implantação do aplicativo de mensagem WhatsApp que está permitindo um contato mais direto com a população corumbaense, a Câmara Municipal tem aprovado nas últimas sessões, solicitações feitas por moradores, com encaminhamento imediato para os órgãos públicos responsáveis pelos serviços. Trata-se do Fale com a Câmara, pelo número 99947-0478.

Somente esta semana, na sessão de terça-feira, cinco requerimentos foram aprovados pelos vereadores e encaminhados para a Prefeitura e também para a Energisa, empresa responsável pelo sistema na região.

Uma das solicitações aprovadas, a pedido de Ana Carolina Rachid, do Bairro Aeroporto, é com relação à limpeza, capina de terrenos baldios e pavimentação em lajotas sextavadas da Rua Amazonas com abaixo da Gonçalves Dias. Reivindicação foi encaminhada ao prefeito Ruiter Cunha e ao secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Ricardo Ametlla.

Já o morador do Previsul, Helmut Martines da Silva, solicitou ao prefeito e o mesmo secretário, esclarecimentos e uma solução para a obra parada que causou dificuldades no cruzamento da Rua Albuquerque com a Gaturama, no Bairro Maria Leite.

Fábio Lacerda de Andrade também utilizou o aplicativo WhatsApp e encaminhou uma solicitação à Câmara. Ele sugeriu a realização de estudos visando solucionar os frequentes congestionamentos ocorridos na região central da cidade, nos horários de pico. Ele inclusive sugeriu mudanças no trânsito com mão única em importantes vias da cidade, para desafogar o trânsito. A solicitação foi encaminhada ao prefeito, com cópia para a Agetrat.

Carlos Alberto dos Santos, do bairro Centro América, enviou mensagem para a Câmara, solicitando esclarecimentos e informações quanto aos R$ 1,3 milhão aplicados contrato firmado pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Educação, com a empresa Positivo Ltda., para fornecimento de material didático para atender a Rede Municipal de Ensino.

Ele cita que isto ocorreu "sem ter requisitado pelo menos, o apoio do Governo Federal", e que "essa metodologia de ensino que poderia ser fornecida gratuitamente, e não precisaria sacrificar as finanças locais".

Já Elisa Silva, do Bairro Universitário, enviou mensagem à Câmara, solicitando revisão do imposto cobrado na conta de energia. O pedido foi aprovado na sessão de terça e encaminhado expediente para o gerente local da Energisa.

Elisa acredita que o valor do imposto cobrado está muito alto, "afinal, o valor pago pela energia já é elevado e pensando nos moradores a empresa deveria reduzir o custo do imposto para facilitar e melhorar a vida dos trabalhadores", pede.