
Publicado em 06/03/2010 | Torpedos
Quase ficou bom
Recentemente publicamos matéria sobre o matagal e a sujeira que tomava conta de uma área militar situada entre os bairros Previsul e Cristo Redentor e que até impediam a passagem pela via pública das imediações. Em seguida a Prefeitura Municipal de Corumbá e o Exército promoveram uma primeira etapa da limpeza do local.
Já foi um bom começo, porém é preciso dar continuidade para erradicação total da sujeira, principalmente na área militar, que serve para a reprodução do mosquito da dengue, de esconderijo para os marginais e consumidores de drogas.
Vale ressaltar que nossa cidade enfrenta déficit habitacional, mas graças às parcerias entre o município e o governo Federal, já temos recursos disponíveis para a construção das casas populares, inclusive com financiamento pela Caixa Econômica Federal, contudo, só não temos áreas disponíveis.
Com todo o respeito ao Exército brasileiro, não existe mais a necessidade de ter a referida área como ponto estratégico, ou para stand de tiro, pois existem bairros populosos ao seu entorno. Então, o que está esperando? Que tal uma parceria, doando a mesma para a prefeitura construir centenas de casas nesse local, com a devida urbanização ou infraestrutura como praça, quadra de esportes, creche, posto de saúde e outras benfeitorias. Aliás, algumas casas a serem erguidas poderiam ser destinadas às famílias de militares do nosso Exército. Fica aqui nossa sugestão.
Onde está a responsabilidade social?
Na semana passada também publicamos matéria sobre o não funcionamento do Posto de Saúde do Distrito de Antônio Maria Coelho, motivado pela falta de água. A população infelizmente teve que interditar a estrada para tentar sensibilizar as empresas que retiram minério na região.
Com muito sacrifício uma empresa menos burocrática assumiu a responsabilidade em limpar a escola e fazer chegar água até ao Posto de Saúde.
O pessoal da mineradora VALE não gostou da interdição da estrada de acesso àquela região e um determinado funcionário ainda falou a um dos moradores que estava presente na manifestação, que a empresa não tem a obrigação de cuidar da escola e nem do posto de saúde da região. E a contrapartida das mineradoras na inclusão social? Acontece que os moradores são obrigados a interditarem a estrada para terem seus direitos básicos respeitados.
A empresa Rio Tinto gastava muito com propaganda para informar que 80% ou mais dos seus funcionários eram filhos da terra. Será que alguns ocupavam cargos do auto escalão ou de chefias bem remunerados? Seria o mínimo em termos de retorno pelo incômodo que ocasionam, com o transporte de minério danificando asfalto, levantando poeira, barulho e outros transtornos, além do faturamento de milhões de dólares com a retirada do minério do solo corumbaense.
Ao invés de adquirirem produtos plantados e produzidos pelas famílias de assentados e agricultores da região, os dirigentes dessas empresas mineradoras preferem adquirir produtos nos sacolões da cidade, vindos do interior de São Paulo.
Portanto, falta um tratamento com mais respeito e dignidade por parte dos chefes dessas mineradoras para com os produtores da região, além da contrapartida no setor da responsabilidade social, inclusive dando oportunidade de trabalho aos jovens de Corumbá e Ladário.
Hora do retorno
Fonte: Correio do Estado
Ação milagrosa para solucionar determinados problemas normalmente não existe, pois absolutamente todas as situações ou temas têm mais de um ponto de vista. Porém a proposta de se instalar uma unidade da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) no prédio no prédio onde até o mês passado funcionava a rodoviária de Campo Grande é certamente uma alternativa que precisa ser analisada com a maior boa vontade por parte do Governo estadual.
Primeiro, por que há muito a juventude de Campo Grande clama por uma segunda universidade pública que tenha perspectiva de oferecer cursos nas mais diferentes áreas do conhecimento. Apesar da ampliação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), nem de longe ela acompanhou o crescimento de Capo Grande, sem contar que parcela de suas vagas é ocupada por estudantes de outros estados, o que tende a aumentar por conta do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). E, simplesmente não existe aplicação, a não ser a resistência da administração estadual em investir na educação , para que a UEMS até agora fosse praticamente inexistente na Capital. Hoje são oferecidos cinco cursos, quase todos voltados para formar profissionais na área de educação. Porém, está mais do que na hora de o Governo estadual se inspirar , por exemplo, na administração de São Paulo e destinar fatia maior de seus recursos ao ensino superior , o que é fundamental para o desenvolvimento sustentável de qualquer região do planeta.
Em mais de três anos de administração, o governador nada fez de significativo em Campo Grande , a não ser se repassar “abacaxis” à municipalidade . Por isso, chegou a hora de os impostos recolhidos na cidade serem revertidos parcialmente para os moradores da Capital. A prefeitura assumiu a dianteira e desobrigou o Estado de construir uma nova rodoviária na cidade, projeto ensaiado durante quase duas décadas. E este é um motivo a mais para que agora a administração estadual pelo menos ajude a solucionar um problema com o prédio antigo que precisa ser resolvido com urgência.
Em segundo lugar, a utilização da antiga rodoviária para abrigar estudantes e doentes certamente daria um novo rumo àquela região da cidade, que precisa com urgência encontrar nova vocação , novo rumo, pois antes mesmo da desativação do terminal ela já estava em situação nada animadora . E, embora o poder público não tenha obrigação de injetar recursos dos contribuintes para beneficiar proprietários de imóveis ou comerciantes , não se pode negar que ao transferir a rodoviária a municipalidade teve participação direta para apoiar ainda mais as perspectivas dos empreendedores das imediações . Por isso, nada mais natural que agora seja feito algum investimento para compensar esta interferência . Então, uma possível desapropriação total ou parcial do imóvel para posterior cedência ou aluguel precisa estar entre os projetos dos administradores, pois hoje o prédio tem quase 200 proprietários e dificilmente se chegará a um consenso em meio a tamanha “salada de frutas”.
A repórter que se auto-intitula a mais “curta”do Brasil.
NEM JOÃO DE BARRO QUER CASA DE PUCCINELLI!
CÂMARA AUMENTA 4 CADEIRAS…
EIS A MAIOR OBRA DE PUCCINELLI…
INIMIGO PÚBLICO NÚMERO 1 DE CORUMBÁ!
O NAUFRÁGIO DO HOSPITAL É O ENRIQUECIMENTO DE ALGUNS
OLHA SÓ O TAMANHO DO RABO DE QUEM FALA MAL DOS OUTROS…
TIPO EXPORTAÇÃO
Apreender os DVDs é bode expiatório. E as bocas?
GRANDE REFORÇO NA POLÍCIA DE CORUMBÁ...