Corumbá,MS Pantanal - 09 de Setembro de 2010

Na Boca Do Túnel

Publicado em 17/04/2010 | Na Boca do Túnel | Autor: Reginaldo Coutinho

Meus Amigos,
A reação necessária      
O jogo em Navirai pode marcar uma nova etapa para o Corumbaense Futebol Clube, pois foi uma partida eletrizante, sendo que o Naviraiense foi mais organizado na 1ª etapa, enquanto o Carijó da Avenida foi mais organizado na 2ª etapa da partida. Os gols sofridos pelo time alvinegro, foi por pura falta de atenção, permitindo que o Naviraiense abrisse o placar com um gol de cabeça de Jean Batatais, mas em seguida ouve a resposta e o empate para o Carijó, na minha posição, creditei o gol ao Juninho, porém há indicio de quem tenha marcado ser o Chiquinho, mas nessa altura não importa, o importante é que houve uma reação imediata, porém, mais uma vez a defesa ficou marcando bobeira e o Naviraiense passa a frente em uma nova cabeçada, desta feita do Junior Tevez, livre, sem marcação, ampliou, mas o Corumbaense não desistiu, foi para cima também e consegue o empate numa infiltração pelo lado esquerdo de ataque, quando Ló chutou e o goleiro acabou defendendo parcialmente, porém houve o passe para o meio da área e Cacalo mandou para o fundo da rede empatando novamente, o jogo ficou um pouco truncado, mas a marcação, um dos pontos vulneráveis que precisa ser corrigido que é o sistema de marcação, deixaram o Biro dominar na entrada da grande área e mandar um chute forte, no canto direito do goleiro Huanderson, ampliando para 3x2, a torcida frente a cabine Show de Bola, fez a festa provocativa, que não dei a mínima, pois tinha a certeza que na segunda etapa as coisas poderiam ser diferentes. Reiniciada a partida, o time alvinegro passou a dominar, principalmente pela substituição de Giordan, que se constitui na principal jogada do Jacaré do Cone Sul, com isso as jogadas ofensivas da equipe foram se exaurindo e abrindo espaço para o Corumbaense que passou a dominar a partida, embora tenha tomado duas bolas na trave, dizem que [água mole em pedra dura, tanto bate até que fura], já no último cartucho do Carijó da Avenida, Juninho cobrou um escanteio com muita precisão, onde Niel tocou levemente de cabeça, empatando a partida, fazendo a alegria dos milhares de torcedores que acompanhavam a transmissão pela Equipe Show de Bola, pelo Radio, Celular e também pelos endereços eletrônicos: www.fmpantanal.com.br, www.corumbaonline.com.br e www.diarioline.com.br, minuto a minuto, foi muito gratificante, pois a garra, determinação e objetividade, a equipe conseguiu reverter uma situação que parecia um pesadelo, porém devo admitir neste curto espaço de tempo que estou na narração, nunca tinha me emocionado com um empate que teve um sabor de vitória, pois fui literalmente provocado pela torcida local e na hora certa vibrei com o empate do Carijó da Avenida. A próxima parada é o Pantanal que vai dar trabalho, mas tenho absoluta certeza que com esse empate o time comandado pelo técnico Cláudio Mineiro terá mais tranqüilidade para poder armar um time titular que possa vencer os seus próximos compromissos, a começar pela batalha de hoje logo mais às 19 horas no Arthur Marinho, quando enfrenta o Pantanal, caso vença, dará um passo extremamente importante, podendo aumentar a sua pontuação contra o Itaporã na próxima quarta-feira (21), às 19 horas também no Arthur Marinho, comendo pelas beiradas, o Carijó da Avenida vai conseguindo se manter na competição, sendo que agora é tudo ou nada.


A torcida...      
Do Naviraiense não gostou do resultado, meio que ficou incomodada com a Equipe Show de Bola, pois até enquanto estava empatado o jogo em 2x2, nada contrário, mas na hora que o time da casa fez o terceiro, quiseram tirar onda comigo, mas o castigo veio no último minuto da partida, quando Niel empatou o jogo, ai foi a vez de tirar a forra, foi eletrizante fazer a festa com o gol de empate do Corumbaense, a torcida depois se desculpou, o que demonstra que esse é o objetivo do futebol, mas foi “Show de Bola”, no final da partida a emoção tomou conta do meu coração, pois é muito gratificante estarmos juntos, acompanhando o time alvinegro, isso graças a Deus demonstra a nossa vontade e garra que a equipe tem, mesmo na impossibilidade de poder contar com os “trepidantes” Alex Carvalho e Marcelo Lima, tivemos a felicidade de conhecer dois profissionais da mais alta competência, sendo o Cristian em Rio Brilhante e o Claudemir Martins que deram brilho a transmissão, já estamos com um novo planejamento, vindo algumas novidades por ai.


O Mágico...    
Andou meio escondido depois do golpe dos R$ 5.000,00 – naturalmente que vai ter que explicar ao seu patrocinador que este cometeu uma das maiores gafes, acreditar em cachorro morto, isso certamente vai dar um monte de votos caso o ex-politico que vive em cima do muro descer para concorrer a algum cargo, contando com uma base, tendo o Mágico como corretor político, certamente que vai tomar um sacode, o duro vai ser na hora de explicar aonde estão os votos. Mas em se tratando do homem da cartola, tudo é possivel, pois daqui a pouco arruma uma outra maneira ou um outro golpe a ser aplicado na praça e vai deixar o ex-politico na mão, pois no esporte está mais queimado que toco de cigarro, nenhum atleta de ponta acredita mais em suas mentiras e bota mentira nisso, pois promete reembolsar os atletas depois conta um “H”, dizendo que não recebeu, quantos e quantos passam por “nó cego”, em razão das fantasias do Mágico, e olha que os cabelos brancos já estão presentes na cabeça, mas não tem jeito, quem sabe deve ser candidato a alguma coisa, vive esnobando uma Ong, dizendo e desmerecendo os seus membros, mas o certo é que ele não tem moral, nem ética para ser candidato a algum cargo politico, imagine esse elemento eleito, a farra de notas frias seria a sua principal obra, para comprar a antena mais cara do mundo, bem como desenvolver projeto de algumas “lixeirinhas”, que só foi lucrativo para ele.


A Arbitragem...     
De Mato Grosso do Sul tinha como referência o Getulio Barbosa, este prestou um relevante serviço ao desporto do Estado, parou de arbitrar, ficou uma lacuna muito grandes até o surgimento do Prof. Elvécio Zequetto, que foi além, brigou por espaço sendo uma das sensações a nível nacional, arbitrando grande jogos do campeonato brasileiro Série A, B e Copa do Brasil, bem como no Estadual, porém por problemas de saúde, não conseguiu levar a diante a sua brilhante carreira, é bem verdade que luta para voltar e o futebol do Estado esta precisando dele, pois continua sendo uma referência, tanto que o presidente do Águia Negra, Iliê Vidal, em entrevista a Rádio FM Pantanal na Cidade de Rio Brilhante, deicou claro que desde que o Elvecio deixou de arbitrar, a arbitragem ficou confusa, sem referência, ficando uma grande lacuna, reclamou inclusive com veemencia das desastradas arbitragem de Marcos Mateus que tem pompa de pop star, mas na hora do vamos ver tem prejudicado sensivelmente as equipes de ponta do atual campeonato, na Cidade de Navirai, o referido árbitro não foi diferente, fez uma péssima partida, sendo um árbitro verdadeiramente caseiro, expulsou incorretamente o Diegão do Carijó da Avenida por reclamação, enquanto os zagueiros do Naviraiense caçavam os atacantes do time alvinegro, sem que ele tivesse a coragem de aplicar corretamente a regra do jogo, Marcos Mateus surgiu como de laboratório, é provavel que seja um protegido do Cel. Alcantara, que até agora só fez besteira no comando da CEAF, o que é profundamente prejudicial ao futebol.


A Gazela...     
Continua em pauta, como pode um elemento querer aparecer mais que todo mundo, não é possível, sempre querendo impor uma autoridade que não tem e vive implicando com todos em todos os lugares, algo profundamente lamentável, pois ninguém está suportando mais essa intransigência que ele vem exercendo nos mais diversos segmentos do esporte, será que também estamos carentes de lideranças e de profissionais que possam exercer com mais qualidades as funções exercidas pela Gazela? Não acredito, sei até que em seu “habitat”, seus pares estão aborrecidos com as atitudes desairosas do mesmo, pois vive metendo o bico onde não é chamado, coisa que não da para entender.

Autor: Reginaldo Coutinho

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