Corumbá,MS Pantanal - 09 de Setembro de 2010

Na Boca Do Túnel

Publicado em 13/02/2010 | Na Boca do Túnel | Autor: Reginaldo Coutinho

Meus Amigos,

A Obrigação x A Razão...     
No clássico local, o empate teve sabor de vitória para o Corumbaense Futebol Clube, que tinha a obrigação, a necessidade moral, o dever de vencer, mas não foi assim, pois a Razão esteve em campo, através do Pantanal Futebol Clube que não tinha a obrigação de vencer, agiu com a razão, teve inteligência, raciocínio e motivação, que só não se consolidou pela causa estrita de falta de condicionamento físico, onde quem tinha a obrigação, aproveitou-se dessa fragilidade para no desespero impor um ritmo mais forte, refletindo muito nos atletas adversários que não tiveram “pernas” para acompanhar o ritmo do desesperado Carijó da Avenida.
     
A realidade ficou patente, pois as constantes cãimbras que alguns dos principais jogadores do time da Pérola do Pantanal, permitiu que o time de Cidade Branca chegasse ao empate aos trancos e barrancos, não havendo sentido de tática e técnica, mas na força física, isso porque quem tinha a obrigação, trabalhou melhor a parte física, enquanto quem jogou com a razão, acredito eu, que teve mais trabalho com bola. Embora tenha sido um jogo com dois tempos distintos, no 1º tempo, o Pantanal não quis saber da estrutura, dos problemas internos do Corumbaense, simplesmente sufocou o alvinegro, que atônito, não soube sair da armadilha montada pelo técnico Da Silva, parecia um time de “baratas tontas”, ficou patente que o Pantanal teve o seu adversário a “mercê”, mas não soube aplicar o golpe fatal, pois além de três gols marcados, perdeu vários outros por absoluta falta de sorte, terminado o 1º tempo, faltou astúcia ao time do Pantanal, pois o técnico não chamou à razão a equipe, porque sabendo das suas reais condições físicas, deveria teoricamente tocar mais a bola, faze-la girar e não partir na ânsia de aplicar uma goleada histórica em seu adversário. Pagou caro, pois o cansaço foi o fator que desequilibrou a partida, permitindo que o Carijó da Avenida chegasse ao empate que certamente teve um sabor de vitória.


Gerente de Futebol...     
Luiz Cruz aprendeu que Gerente de Futebol não basta ter um currículo invejável, pois papel aceita tudo, tanto que visivelmente prejudicou o trabalho do técnico Cláudio Mineiro, quando a irresponsabilidade do Gerente de “araque” não teve competência para regularizar três atletas que eram tidos como titulares, no mínimo uma incoerência por parte do profissional que na verdade tinha pretensões de ser o técnico da equipe, ainda bem que se enrolou todinho, pelo menos teve discernimento de pedir a conta e vazar. Brincadeira!!!!!


Faltou...     
Humildade ao time do Carijó da Avenida diante do Guaicurus no Morenão: fez 1x0 e achou que poderia meter quantos gols e na hora que quisesse, pegou uma pedreira, pois o time do Guaicurus está do caminho certo, uma equipe com atletas novos que vai dar muito trabalho neste campeonato, o time alvinegro teve muita dificuldade no jogo a partir da abertura do placar, em um pênalti infantil cometido pelo Chiquinho, permitiu que a equipe alvirubra chegasse ao empate e passasse a dominar a partida, com as mudanças feitas pelo técnico Cláudio Mineiro, que terminou a partida com 8 atletas que disputaram a Série A, conseguiu a sua primeira vitória, com um gol de cabeça do Tuia, que tem que melhorar o fundamento “chute a gol”, ainda assim foi um lutador, pois isolado na frente, só recebia bola quadrada, mas resolveu e pode ser uma referência no ataque. Enquanto isso, os que tem “currículo” ainda estão devendo, complicado, heim?


Dois Pesos e Duas Medidas...     
A Gazela tem uma particularidade de querer apagar fogo com “gasolina”, conversando com amigos, me deparei com uma situação no mínimo curiosa, pois no ano de 2006, um jovem consegue montar uma equipe e  ganha o direito de representar a cidade, porém, convoca 2 atletas de um outro educandário para fazer parte da sua equipe, o que contrariava o regulamento da competição, não obstante, a equipe foi para a decisão e conseguiu o título, porém a Gazela não titubeou, deu uma de Judas, denunciou a irregularidade aos organizadores, onde tiraram o título da referida equipe, passam os anos e no ano passado, uma equipe mais estruturada fez-se representar a cidade, chegou ao título também, porém a Gazela sabia de que um atleta estava irregular, mas não denunciou, fez uma pressão daqui, outra acolá, mas não efetivou a denúncia, fato curioso, pois fica patente que utiliza-se da famosa frase: dois pesos e duas medidas o que é profundamente lamentável, isso em razão das circunstâncias que cercam os dois casos, em um primeiro momento a equipe não tinha estrutura, por isso foi denunciada, em um segundo momento a equipe era mais estruturada, por isso ficou calado? Quem quiser ter a Gazela como amigo, é no mínimo cavar a própria sepultura.


As armações ilimitadas...     
Continuam, pois fico sabendo que uma equipe tomou “WO” em uma competição que tem um regulamento rigoroso, segundo os interesses de quem manipula, por que razão teria direito a continuar na competição, será que os $$$$$, fazem a diferença na hora do vamos ver?
     
Ninguém mesmo que o Mágico está por trás dessa história, quem sabe esse sem-vergonha devolve o pomposo material que ele “furtou”, digo furtou porque ele colocou a publicidade do executivo e até agora não apareceu para nenhum jogo, imagine que anda comentando que o uniforme lhe pertence? Talvez esteja esperando a prescrição para aparecer com o material, até lá, as traças vão ter alimento, sei por exemplo que todos os dias ele vai até o local secreto para observar se as traças são “vorazes” igual ele foi quando tinha esquema para com um manda chuva há alguns anos atrás. E não para por ai, as armações ilimitadas nessas competições espúrias, capitaneadas pelo Gasparzinho, segundo me informou uma fonte segura, três oficiais da arbitragem estão “usufruindo” as benesses das lambanças que eles fazem na quadra em detrimento ao prejuízo de outras equipes, tem gente tirando CNH de graça, basta só inverter a aplicação da regra do jogo, brincadeira, heim?


Tem político...     
Que se acha esperto, pois quem cai na lábia do Mágico, pode ser considerado um Otário Nero da vida e olha que a quadrilha era grande, o Gov. José Roberto é fichinha na frente do Mágico e Cia, corre a boca pequena que agora começam as articulações como corretor político por parte do Mágico, pois a condição de corretor de imóveis já deu golpe em um cidadão, agora quem quer arriscar a casa própria comprando imóvel com o Mágico de corretor, pode embarcar numa gelada, isso pode.


O Otário Nero...     
Dia desses encontrei o dito cujo em trânsito, acho que foi fazer achaque na busca de $$$$$$$$$$$$, um aventureiro sem precedentes, tanto que pode entrar no Guinnes Book, ao estilo Imperador de Roma, o daqui também tem uma queda por “gurizão”, será que a sociedade entre o Mágico e o Otário Nero não poderia sair uma fusão perigosa para a humanidade? Sei não, ambos tem o mesmo perfil: 4 para cá, 1 para lá e a matemática deles é sempre igual a lei de Gerson, “gostam de levar vantagem em tudo”, no sentido negativo de se aproveitar de todas as situações em benefício próprio, sem se importar com questões éticas ou morais. Imaginem que o Mágico está fazendo economias para trazer o “pelourinho” de volta, hummmm!!!!!!!!!!! Já vi esse filme.

Autor: Reginaldo Coutinho

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